O que ME compete como Naturopata

 

Ainda existem algumas dúvidas sobre o papel do Naturopata no sistema de Saúde, pelo que considero importante esclarecer o que me compete e o que não me compete como naturopata. Acompanhas-me?

 

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Trabalhar como Naturopata implica um caminho onde apostamos a nossa formação em conhecimentos estratégicos de prevenção e recuperação da saúde através de métodos naturais, focalizados para a pessoa que estamos a prestar apoio.

Para mim, é mais do que uma área da saúde, é um estilo de vida, sendo que o meu papel como naturopata é garantir que a informação e estratégias naturais que passo respeitam o estilo de vida de quem me procura, ou seja, tenho que garantir que as alterações alimentares à luz da naturopatia são adequadas à individualidade de cada mulher, que cada suplemento, planta medicinal ou alterações aos hábitos diários fazem sentido na vida de cada um, bem como garantir que respeitam a segurança da sua saúde, tanto na utilização individual como quando usada em complemento com a medicina convencional.

 

Assim, de forma a esclarecer o que ME compete, é mais simples apresentar-te aquilo que NÃO me compete como naturopata. Pronta?

 

📌 Não me compete Brincar aos Médicos.

Considero os médicos como colegas, mas não meus iguais, pois reconheço que os médicos têm uma formação que excede a minha em muitas áreas, da mesma forma que eu, como naturopata, tenho formação em terapias naturais que excede a deles.

Logo, os naturopatas não brincam aos médicos, pois cada profissional de saúde tem o seu papel diferenciado no apoio ao paciente.

 

📌 Não me compete substituir o medicamento pela planta.

Não me compete, como naturopata, substituir a terapêutica prescrita por um médico ou qualquer outro profissional de saúde.

A naturopatia é baseada na ideia de que o corpo é capaz de recuperar a saúde, quando lhe oferecemos as condições adequadas.

Para facilitar esse processo, utilizamos uma variedade de terapias complementares, desde mudanças de estilo de vida a plantas medicinais, entre outras, mas sempre em articulação com outros profissionais.

 

📌 Não me compete ter uma postura de contradição em relação à medicina convencional

Embora, como é óbvio, tenha preferência pelo uso de terapias naturais para prevenir e tratar doenças, a minha formação ensinou-me a colocar em prática a tal famosa expressão: “Cada macaco no seu galho”.

Ou seja, temos ou devemos ter a consciência e responsabilidade de saber quando um paciente deve ser referenciado para os especialistas convencionais por completo ou ser acompanhado sob um ponto de vista de multidisciplinaridade a bem da saúde de quem nos procura.

 

Tens questões? partilha comigo 😀

 

Um beijinho ❤️

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